Abaixo você encontra um panorama das principais condições que avaliamos na interface entre neurologia e cardiologia. A ideia é simples: explicar “o que é”, “como costuma se manifestar” e quando investigar, com um atalho para você se aprofundar em cada tema.
Síncope
É o desmaio por queda transitória do fluxo ao cérebro. Pode ter origem autonômica (vasovagal/hipotensão ortostática) ou cardíaca. Entender o gatilho é chave para prevenir novos episódios.
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Arritmias
Alterações no ritmo do coração que podem causar palpitações, cansaço, tontura e, em alguns casos, desmaios. A investigação clínica direciona quais exames fazem sentido e quando tratar.
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AVC
O acidente vascular cerebral exige reconhecimento rápido dos sinais (fraqueza assimétrica, fala alterada, visão turva, dor de cabeça súbita). Prevenção passa por controle de fatores de risco e avaliação integrada.
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Infarto
O infarto do miocárdio costuma cursar com dor/pressão no peito, falta de ar e sudorese. É urgência médica. Depois do evento, atenção à reabilitação e aos ajustes de risco cardiovascular.
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Fibrilação atrial
A arritmia sustentada mais comum, associada a batimentos irregulares e aumento do risco de AVC. O manejo inclui controle de frequência/ritmo e, quando indicado, anticoagulação.
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Neuropatia autonômica
Disfunção dos nervos que regulam funções automáticas (pressão, batimentos, sudorese, digestão). Os sinais variam: tontura ao levantar, palpitações, alterações gastrointestinais e intolerância ao calor.
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Síndrome de Hipermobilidade
Articulações mais flexíveis do que o habitual, com possíveis dores, instabilidade postural e fadiga. Pode se associar a sintomas autonômicos em parte dos casos.
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